O Secretário Executivo da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), Santiago Canton, remeteu nesta quinta, 10, uma solicitação de informações ao Brasil sobre o licenciamento e a falta de oitivas indígenas da hidrelétrica de Belo Monte.
O questionamento ao governo brasileiro é uma resposta a um pedido de medida cautelar encaminhada à CIDH em novembro de 2010 pelo Movimento Xingu Vivo para Sempre e outras 40 entidades de defesa das comunidades indígenas e tradicionais da Bacia do Xingu. Antevendo a emissão de uma licença de instalação parcial ilegal para as obras da usina, o pedido de medida cautelar solicitou que a União seja obrigada a suspender o processo de licenciamento ambiental referente à UHE de Belo Monte; a interromper qualquer intervenção, atividade ou procedimento por parte do Estado brasileiro ou terceiros para a construção da UHE de Belo Monte; e a respeitar os direitos humanos das pessoas e comunidades afetadas em tudo que seja relacionado com o projeto.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Seca amazônica de 2010 é a mais severa do século. Entrevista especial com Paulo Brando
Por Redação IHU
A seca registrada na floresta amazônica no ano passado foi ainda mais devastadora do que a de 2005, considerada, até então, a mais agressiva dos últimos cem anos. Segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Paulo Brando, responsável pelo estudo, dois ciclos climáticos causam secas na floresta: o El Niño e o aquecimento do Atlântico Norte.
A seca registrada na floresta amazônica no ano passado foi ainda mais devastadora do que a de 2005, considerada, até então, a mais agressiva dos últimos cem anos. Segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Paulo Brando, responsável pelo estudo, dois ciclos climáticos causam secas na floresta: o El Niño e o aquecimento do Atlântico Norte.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Código Florestal: homens x natureza
Por André Lima*
As fronteiras dos rios e das águas quase sempre coincidem com as nossas. Mas quase não é sempre. Nós “humanos da pós-modernidade” temos sido pouco atentos a isso. Mudaremos então o Código Florestal para impor nossa ocupação dita consolidada, ignorando com tecnicidades de uma regra ambiental artificial as leis da natureza que regem o ciclo das águas e a força dos rios?
As fronteiras dos rios e das águas quase sempre coincidem com as nossas. Mas quase não é sempre. Nós “humanos da pós-modernidade” temos sido pouco atentos a isso. Mudaremos então o Código Florestal para impor nossa ocupação dita consolidada, ignorando com tecnicidades de uma regra ambiental artificial as leis da natureza que regem o ciclo das águas e a força dos rios?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Esperança para o código florestal
Por Luís Fernando Guedes Pinto*
Ocorreu nesta semana (22/02) um Seminário na Câmara dos Deputados para aprofundar a análise de aspectos jurídicos e científicos do Código Florestal e do atual Substitutivo, aprovado em Comissão Especial desta Câmara. O evento, organizado pela Frente Parlamentar Ambientalista, teve apresentações de pesquisadores de assuntos relacionados ao tema e reuniu grande interesse de parlamentares, seus assessores, técnicos do governo federal e organizações da sociedade civil. Mais de 200 pessoas lotaram a sala para acompanhar o Seminário.
Ocorreu nesta semana (22/02) um Seminário na Câmara dos Deputados para aprofundar a análise de aspectos jurídicos e científicos do Código Florestal e do atual Substitutivo, aprovado em Comissão Especial desta Câmara. O evento, organizado pela Frente Parlamentar Ambientalista, teve apresentações de pesquisadores de assuntos relacionados ao tema e reuniu grande interesse de parlamentares, seus assessores, técnicos do governo federal e organizações da sociedade civil. Mais de 200 pessoas lotaram a sala para acompanhar o Seminário.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Aldo Rebelo diz que críticos estão “desinformados” sobre novo Código Florestal
Por Igor Natusch*
Depois de longas discussões, envolvendo ambientalistas e setores ligados à produção agrícola, o governo federal acena com a possibilidade de flexibilizar a proposta do novo Código Florestal brasileiro. Pontos polêmicos, como a anistia para agricultores acusados até 2008 de desmatamento, podem ser eliminados do novo texto, elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e discutido com outras pastas do governo de Dilma Rousseff. A atual proposta de novo Código deve ser votada em março, e é vista como um verdadeiro desastre ambiental por ONGs e pelo Ministério Público Federal. Enquanto isso, lideranças do agronegócio querem a aprovação completa da atual proposta, alegando que as regras atuais criminalizam o produtor rural.
Depois de longas discussões, envolvendo ambientalistas e setores ligados à produção agrícola, o governo federal acena com a possibilidade de flexibilizar a proposta do novo Código Florestal brasileiro. Pontos polêmicos, como a anistia para agricultores acusados até 2008 de desmatamento, podem ser eliminados do novo texto, elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e discutido com outras pastas do governo de Dilma Rousseff. A atual proposta de novo Código deve ser votada em março, e é vista como um verdadeiro desastre ambiental por ONGs e pelo Ministério Público Federal. Enquanto isso, lideranças do agronegócio querem a aprovação completa da atual proposta, alegando que as regras atuais criminalizam o produtor rural.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Usina de Belo Monte: contra ou a favor?
Por Giovanni Salera*
Temos visto recentemente muita polêmica entorno da construção da usina hidroelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no coração da maior floresta tropical do planeta - a Amazônia.
Muita gente não sabe opinar bem sobre o assunto, mas uma das coisas que salta aos olhos de qualquer um é o tamanho da área de floresta equivalente a mais de 100 mil campos de futebol que se perderá totalmente pelo gigantesco lago artificial que será formado para mover as turbinas dessa usina.
Temos visto recentemente muita polêmica entorno da construção da usina hidroelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no coração da maior floresta tropical do planeta - a Amazônia.
Muita gente não sabe opinar bem sobre o assunto, mas uma das coisas que salta aos olhos de qualquer um é o tamanho da área de floresta equivalente a mais de 100 mil campos de futebol que se perderá totalmente pelo gigantesco lago artificial que será formado para mover as turbinas dessa usina.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Ruralistas querem votar logo o Código Florestal para garantir financiamento
Por Luana Lourenço, da Agência Brasil
Lideranças ruralistas devem manter a movimentação para apressar a votação de mudanças do Código Florestal. A bancada quer votar o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) o mais rápido possível, a tempo de evitar as restrições de financiamento rural, que entram em vigor em junho.
Lideranças ruralistas devem manter a movimentação para apressar a votação de mudanças do Código Florestal. A bancada quer votar o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) o mais rápido possível, a tempo de evitar as restrições de financiamento rural, que entram em vigor em junho.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Belo Monte: governo recebe comissão de ameaçados, promete diálogo mas diz que “fará o que tem que ser feito”
Por Redação Movimento Xingu Vivo para Sempre
Brasilia (DF), 08/02/2011 - Após manifestação que reuniu cerca 300 indígenas, ribeirinhos e agricultores ameaçados pela hidrelétrica de Belo Monte na manhã desta terça, 8, uma comissão de 10 lideranças indígenas e de ribeirinhos da Bacia do Xingu foram recebidos em audiência pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência em exercício, Rogério Sotilli. Sotilli substitui Gilberto Carvalho, que participa do Fórum Social Mundial no Senegal.
Brasilia (DF), 08/02/2011 - Após manifestação que reuniu cerca 300 indígenas, ribeirinhos e agricultores ameaçados pela hidrelétrica de Belo Monte na manhã desta terça, 8, uma comissão de 10 lideranças indígenas e de ribeirinhos da Bacia do Xingu foram recebidos em audiência pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência em exercício, Rogério Sotilli. Sotilli substitui Gilberto Carvalho, que participa do Fórum Social Mundial no Senegal.
Irmã Dorothy, Anapu e Belo Monte. Entrevista especial com Felício Pontes Júnior
Por Redação IHU
Há mais de seis anos, antes de ser assassinada por fazendeiros em Anapu, no Pará, a Ir. Dorothy Stang já temia pelas consequências que a Hidrelétrica de Belo Monte provocaria naquela região caso fosse aprovada. “Ela temia pelo impacto socioambiental e pelo dinheiro público que seria jogado fora em uma hidrelétrica que vai ficar parada em torno de quatro meses por ano sem gerar um quilowatt de energia”, contou o procurador do Ministério Público Federal Felício Pontes Júnior, em entrevista, por telefone, à IHU On-Line.
Há mais de seis anos, antes de ser assassinada por fazendeiros em Anapu, no Pará, a Ir. Dorothy Stang já temia pelas consequências que a Hidrelétrica de Belo Monte provocaria naquela região caso fosse aprovada. “Ela temia pelo impacto socioambiental e pelo dinheiro público que seria jogado fora em uma hidrelétrica que vai ficar parada em torno de quatro meses por ano sem gerar um quilowatt de energia”, contou o procurador do Ministério Público Federal Felício Pontes Júnior, em entrevista, por telefone, à IHU On-Line.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A Amazônia e o homem do aeroporto
Por Dal Marcondes*, da Envolverde
O colunista Dal Marcondes conta aos leitores uma história que aconteceu com ele em uma das viagens que fez à Amazônia, desta vez para fazer uma série de reportagens sobre água e saneamento.
Esta história aconteceu em uma das viagens que fiz à Amazônia, desta vez para fazer uma série de reportagens sobre água e saneamento. Este é um dos temas problemáticos na região que detém o recorde de água doce superficial do planeta. Em Manaus a empresa que faz o tratamento e distribuição de água potável é a Águas do Amazonas, do grupo brasileiro Solvi, que comprou a parte da francesa Suez. Fui para lá porque acho que a gestão da privatização da água na capital do Amazonas é um case que merece atenção.
O colunista Dal Marcondes conta aos leitores uma história que aconteceu com ele em uma das viagens que fez à Amazônia, desta vez para fazer uma série de reportagens sobre água e saneamento.
Esta história aconteceu em uma das viagens que fiz à Amazônia, desta vez para fazer uma série de reportagens sobre água e saneamento. Este é um dos temas problemáticos na região que detém o recorde de água doce superficial do planeta. Em Manaus a empresa que faz o tratamento e distribuição de água potável é a Águas do Amazonas, do grupo brasileiro Solvi, que comprou a parte da francesa Suez. Fui para lá porque acho que a gestão da privatização da água na capital do Amazonas é um case que merece atenção.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Protocolo de Nagoia sobre biodiversidade é assinado em Nova York
Por Carine Corrêa, do MMA
O Brasil assinou nesta quarta-feira (2/2), na sede das Nações Unidas em Nova York (EUA), o Protocolo de Nagoia sobre Acesso a Recursos Genéticos e Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Oriundos de sua Utilização. Uma vez em vigor, o documento estabelecerá as bases para um regime internacional mais eficaz de acesso e repartição dos lucros obtidos com o uso da biodiversidade e com os conhecimentos tradicionais a ela associados.
O Brasil assinou nesta quarta-feira (2/2), na sede das Nações Unidas em Nova York (EUA), o Protocolo de Nagoia sobre Acesso a Recursos Genéticos e Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Oriundos de sua Utilização. Uma vez em vigor, o documento estabelecerá as bases para um regime internacional mais eficaz de acesso e repartição dos lucros obtidos com o uso da biodiversidade e com os conhecimentos tradicionais a ela associados.
Pesquisa avaliará impacto internacional na Amazônia
Por Mônica Pileggi, da Agência Fapesp
Agência FAPESP – O desmatamento na Floresta Amazônica está quase sempre associado ao desenvolvimento local e, para a comunidade internacional, trata-se de um problema causado por questões nacionais, como a ocupação do solo para fins diversos.
Agência FAPESP – O desmatamento na Floresta Amazônica está quase sempre associado ao desenvolvimento local e, para a comunidade internacional, trata-se de um problema causado por questões nacionais, como a ocupação do solo para fins diversos.
Quando roncam as motosserras
Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa
O desmate na Amazônia voltou a crescer entre os meses de agosto e dezembro de 2010, conforme os registros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgados na edição de quinta-feira (3/2) do jornal O Estado de S.Paulo.
Ainda não se pode afirmar que tenha ocorrido uma reversão na tendência de queda do desmatamento, comprovada nos dois anos anteriores. Isso porque, segundo o jornal, o Deter – Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real – é muito ágil mas pouco preciso. Seus satélites não registram imagens através das nuvens e só detectam o desmatamento quando a mancha alcança dimensões acima de 25 hectares.
O desmate na Amazônia voltou a crescer entre os meses de agosto e dezembro de 2010, conforme os registros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgados na edição de quinta-feira (3/2) do jornal O Estado de S.Paulo.
Ainda não se pode afirmar que tenha ocorrido uma reversão na tendência de queda do desmatamento, comprovada nos dois anos anteriores. Isso porque, segundo o jornal, o Deter – Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real – é muito ágil mas pouco preciso. Seus satélites não registram imagens através das nuvens e só detectam o desmatamento quando a mancha alcança dimensões acima de 25 hectares.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
19 deputados da Amazônia Legal respondem processo na Justiça
Por Redação Amazônia.org.br
Dos 513 deputados que tomaram posse nesta terça-feira (1) na Câmara Federal, 59 estão sendo processados por algum crime, como compra de votos, peculato, formação de quadrilha, desacato à autoridade e até sequestro. Destes, 19 representam os Estados da Amazônia Legal.
Dos 513 deputados que tomaram posse nesta terça-feira (1) na Câmara Federal, 59 estão sendo processados por algum crime, como compra de votos, peculato, formação de quadrilha, desacato à autoridade e até sequestro. Destes, 19 representam os Estados da Amazônia Legal.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Kátia Abreu: relacionar tragédia ao Código Florestal é sensacionalismo
Por Rodrigo Baptista, da Agência Senado
A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) contestou nesta semana, por meio de seu perfil na rede social Twitter, informações divulgadas pela organização não governamental (ONG) Greenpeace sobre o projeto do Novo Código Florestal. Segundo Kátia Abreu, a organização está usando a tragédia que atingiu a Região Serrana do Rio de Janeiro - na qual já foram contabilizadas mais de 800 mortes até o momento - para divulgar informações inconsistentes a respeito das mudanças propostas para o código.
A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) contestou nesta semana, por meio de seu perfil na rede social Twitter, informações divulgadas pela organização não governamental (ONG) Greenpeace sobre o projeto do Novo Código Florestal. Segundo Kátia Abreu, a organização está usando a tragédia que atingiu a Região Serrana do Rio de Janeiro - na qual já foram contabilizadas mais de 800 mortes até o momento - para divulgar informações inconsistentes a respeito das mudanças propostas para o código.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Mudanças climáticas e incentivo à botânica são destaques em visita ministerial
Por Josiane Santos e Wallace Abreu, do Inpa
No último dia de vista à Manaus, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, conhece pesquisas, projetos e algumas espécies de plantas da Amazônia.
Explicações sobre as pesquisas, plantação e a utilidade do pau-rosa no mercado internacional, algumas frutas amazônicas e o programa da Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) foram apresentados nesta terça-feira (25) para o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em visita a Reserva Experimental Adolpho Ducke do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT).
No último dia de vista à Manaus, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, conhece pesquisas, projetos e algumas espécies de plantas da Amazônia.
Explicações sobre as pesquisas, plantação e a utilidade do pau-rosa no mercado internacional, algumas frutas amazônicas e o programa da Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) foram apresentados nesta terça-feira (25) para o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em visita a Reserva Experimental Adolpho Ducke do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT).
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Conservando florestas, mas também o sustento
Durante vários anos, as campanhas para o uso sustentável das florestas tropicais em Ruanda simplesmente ignoravam a realidade de pessoas como Pascal Segatashya. Mas um novo e ambicioso projeto finalmente o levou em conta, e transformou sua vida e forma de sustento. A maioria de seus vizinhos em uma comunidade rural do distrito de Gisagara é de fazendeiros, mas este pai de cinco filhos se dedicava ao corte ilegal de árvores em sua terra de cinco hectares para vender como lenha.
A proteção que vem das matas
Por Redação Greenpeace
Em viagem pelo interior do Brasil, engenheiro florestal vê sequência de paisagens devastadas e explica porque as florestas são essenciais para a segurança da população.
Em viagem pelo interior do Brasil, engenheiro florestal vê sequência de paisagens devastadas e explica porque as florestas são essenciais para a segurança da população.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
UE suspende mercado de carbono por falta de segurança
O EU ETS está paralisado até pelo menos a próxima quarta-feira (26) em virtude de falhas que possibilitaram o roubo de licenças equivalentes a 475.000 toneladas de CO2 da República Tcheca, com um valor estimado de € 7 milhões
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Science destaca controle do clima na Amazônia
BRASÍLIA - Um estudo do LBA (o experimento LBA/AMAZE - Amazonian Aerosol Characterization Experiment) publicado no final do ano passado na revista Science, acaba de elucidar uma série de mecanismos de interação entre a floresta e o clima da região Amazônica, através da emissão de partículas de aerossóis. O estudo coordenado pelo Prof. Paulo Artaxo do Instituto de Física da USP teve a participação de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Instituto Max Planck da Alemanha, e outras instituições estrangeiras.
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