ONG vai ajudar a divulgar projetos de desenvolvimento sustentáveis do Acre
Tatiana Campos
O governo do Estado assinou nesta sexta-feira, 28, termo de cooperação com o Fundo de Defesa do Meio Ambiente (EDF - Environmental Defense Fund), uma organização não-governamental norte-americana de atuação internacional que deve ajudar o Acre a fechar parcerias que garantam o desenvolvimento de projetos sustentáveis.
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
A Tribuna - Binho inicia pagamento do 'bônus sustentável'
O governador Binho Marques efetuou nesta terça-feira, 17, o pagamento da primeira parcela do bônus de R$ 500 famílias de 22 comunidades beneficiadas no Programa de Certificação das Unidades de Produção Sustentável, que faz parte da Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal do Acre. Até o final deste ano, cerca de 2.000 famílias estarão incluídas no programa. “Este é um programa prioritário, o mais importante que o Governo tem para o produtor rural”, afirmou o governador, fazendo também reconhecimento ao trabalho da Assembléia Legislativa na implementação desse e outros projetos.
Além do bônus, o produtor terá, ao aderir ao programa, acesso prioritário em serviços públicos, assistência técnica especializada e uma nova relação com o Estado a partir da Rede de Assistência Técnica e Extensão Rural (Rede Ater). Quando incluído no programa, o produtor estará atuante diante das mudanças climáticas globais, promovendo o uso racional dos recursos naturais, solo e água.
A cerimônia foi realizada no auditório da Secretaria Estadual de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof). Estiveram presentes os deputados Delorgem Campos e Thaumaturgo Lima; o vereador Elias Campos; os secretários de Estado Nilton Cosson (Seaprof), Mauro Ribeiro (Agricultura e Pecuária), Eufran Amaral (Meio Ambiente); Paulo Viana (Instituto de Defesa Agroflorestal); o assessor especial do Governo do Acre, Fábio Vaz; o superintendente do Sebrae, Orlando Sabino; o presidente Conselho Nacional dos Seringueiros, José Maria de Aquino; e a presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetacre) Sebastiana Miranda, entre lideranças comunitárias, gestores e extensionistas. Nesta primeira etapa, do total de 335 famílias que aderiram, 153 agricultores familiares de Brasiléia, Rio Branco, Bujari e Porto Acre receberam a ordem de pagamento do bônus. A certificação, segundo a Seaprof, tem quatro níveis - adesão, certificação básica, intermediária e plena - e demanda cerca de quatro anos para consolidar-se. No primeiro e segundo ano, o bônus é de R$500. No 3º, 4º e 5º, R$ 600.
A Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal representam o conjunto de medidas que estão regularizando o passivo ambiental, criaram o programa de certificação de propriedades e unidades de conservação; instituem a unidade de geosensoriamento remoto na Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac); e busca regionalizar o subsídio da borracha e institui a Comissão de Gestão de Acidentes Ambientais. Essa política contém o Plano de Valorização do Ativo Ambiental Florestal; Plano de Recuperação de Áreas Alteradas; Programa de Certificação de Propriedade Rural Sustentável, e o Programa de Florestas Plantadas. Essas alternativas baseiam-se no Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e foram construídas a partir de debate com a sociedade. Buscam a melhoria da qualidade de vida das comunidades.
As áreas prioritárias para implementação dessa política estão sendo as de influência direta das Brs 364 e 317 e rodovias estaduais; áreas ocupadas pela agricultura familiar em projetos de assentamento, pequenos produtores em posse e grandes pecuaristas, além de áreas florestais de seringais. O lema dessa política é “vivendo na floresta, da floresta, com a floresta”. O Governo do Estado editou publicações e as está distribuindo para esclarecer melhor os programas. De acordo com a legislação ambiental, deve haver um equilíbrio entre o tamanho da área desmatada e da preservada em cada propriedade do Estado.
Além do bônus, o produtor terá, ao aderir ao programa, acesso prioritário em serviços públicos, assistência técnica especializada e uma nova relação com o Estado a partir da Rede de Assistência Técnica e Extensão Rural (Rede Ater). Quando incluído no programa, o produtor estará atuante diante das mudanças climáticas globais, promovendo o uso racional dos recursos naturais, solo e água.
A cerimônia foi realizada no auditório da Secretaria Estadual de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof). Estiveram presentes os deputados Delorgem Campos e Thaumaturgo Lima; o vereador Elias Campos; os secretários de Estado Nilton Cosson (Seaprof), Mauro Ribeiro (Agricultura e Pecuária), Eufran Amaral (Meio Ambiente); Paulo Viana (Instituto de Defesa Agroflorestal); o assessor especial do Governo do Acre, Fábio Vaz; o superintendente do Sebrae, Orlando Sabino; o presidente Conselho Nacional dos Seringueiros, José Maria de Aquino; e a presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetacre) Sebastiana Miranda, entre lideranças comunitárias, gestores e extensionistas. Nesta primeira etapa, do total de 335 famílias que aderiram, 153 agricultores familiares de Brasiléia, Rio Branco, Bujari e Porto Acre receberam a ordem de pagamento do bônus. A certificação, segundo a Seaprof, tem quatro níveis - adesão, certificação básica, intermediária e plena - e demanda cerca de quatro anos para consolidar-se. No primeiro e segundo ano, o bônus é de R$500. No 3º, 4º e 5º, R$ 600.
A Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal representam o conjunto de medidas que estão regularizando o passivo ambiental, criaram o programa de certificação de propriedades e unidades de conservação; instituem a unidade de geosensoriamento remoto na Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac); e busca regionalizar o subsídio da borracha e institui a Comissão de Gestão de Acidentes Ambientais. Essa política contém o Plano de Valorização do Ativo Ambiental Florestal; Plano de Recuperação de Áreas Alteradas; Programa de Certificação de Propriedade Rural Sustentável, e o Programa de Florestas Plantadas. Essas alternativas baseiam-se no Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e foram construídas a partir de debate com a sociedade. Buscam a melhoria da qualidade de vida das comunidades.
As áreas prioritárias para implementação dessa política estão sendo as de influência direta das Brs 364 e 317 e rodovias estaduais; áreas ocupadas pela agricultura familiar em projetos de assentamento, pequenos produtores em posse e grandes pecuaristas, além de áreas florestais de seringais. O lema dessa política é “vivendo na floresta, da floresta, com a floresta”. O Governo do Estado editou publicações e as está distribuindo para esclarecer melhor os programas. De acordo com a legislação ambiental, deve haver um equilíbrio entre o tamanho da área desmatada e da preservada em cada propriedade do Estado.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Tribuna - ONGs pedem socorro para a Amazônia durante Fórum Social
Milhares de pessoas lançaram um grito de socorro em nome da Amazônia, na primeira das diversas atividades do Fórum Social Mundial, que começou ontem em Belém (PA).
Recebidos por uma multidão, cerca de 1.500 índios e ativistas de grupos ambientalistas que participam do encontro contra a globalização se reuniram no campus da UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia) para formar a frase "Salvem a Amazônia".
Índios de Brasil, Bolívia e Peru se juntaram no ato com ativistas de América Latina e Europa, a maioria dos participantes do Fórum Social Mundial.
O ato, fotografado de dois helicópteros que sobrevoavam o campus da UFRA, foi organizado por líderes indígenas e grupos ambientalistas americanos e europeus, como a Amazon Watch, Amazon Alliance, Rainforest Action Network e o SpectralQ.
Segundo a Amazon Watch, a intenção foi "chamar a atenção sobre o aumento do problema ecológico e social das selvas amazônicas".
Em comunicado, a ONG afirmou que a Amazônia está "sob uma ameaça grave pela expansão industrial, agrícola e urbana, e se aproxima rapidamente de um ponto crucial".
"Quase um quinto da floresta amazônica foi desflorestada nas últimas quatro décadas, e a cada ano, entre 11 mil e 27 mil quilômetros quadrados de florestas são destruídos", disse a Amazon Watch.
Recebidos por uma multidão, cerca de 1.500 índios e ativistas de grupos ambientalistas que participam do encontro contra a globalização se reuniram no campus da UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia) para formar a frase "Salvem a Amazônia".
Índios de Brasil, Bolívia e Peru se juntaram no ato com ativistas de América Latina e Europa, a maioria dos participantes do Fórum Social Mundial.
O ato, fotografado de dois helicópteros que sobrevoavam o campus da UFRA, foi organizado por líderes indígenas e grupos ambientalistas americanos e europeus, como a Amazon Watch, Amazon Alliance, Rainforest Action Network e o SpectralQ.
Segundo a Amazon Watch, a intenção foi "chamar a atenção sobre o aumento do problema ecológico e social das selvas amazônicas".
Em comunicado, a ONG afirmou que a Amazônia está "sob uma ameaça grave pela expansão industrial, agrícola e urbana, e se aproxima rapidamente de um ponto crucial".
"Quase um quinto da floresta amazônica foi desflorestada nas últimas quatro décadas, e a cada ano, entre 11 mil e 27 mil quilômetros quadrados de florestas são destruídos", disse a Amazon Watch.
domingo, 18 de janeiro de 2009
A Tribuna - Mulheres indígenas no fórum mundial
Por Nayanne Santana
Mulheres indígenas de várias etnias do Acre, Rondônia e Amazonas estarão reunidas até
quarta-feira 21, no Centro de Antropologia da Universidade Federal do Acre (Ufac) para discutir propostas que serão encaminhadas ao Fórum Social Mundial, que acontecerá em Belém de 27 de janeiro a 1º de fevereiro.
As mulheres participam ao longo desta semana do 2° Assembléia das Mulheres Indígenas do Acre, promovido pela organização das mulheres indígenas do Acre, sul do Amazonas e noroeste de Rondônia.
De acordo com a líder indígena Letícia Yawanawá disse que nos últimos anos o movimento feminino indígena perdeu a força e quase deixou de existir. A líder conta que hoje é preciso resgatar esse movimento para que as mulheres indígenas tenham voz perante a sociedade brasileira.
“Aqui nós vamos avaliar a conjuntura do movimento de mulheres indígenas que agora tem deixado muito a desejar, no início foi muito bom, tivemos algumas conquistas, mas agora está deixando a desejar”, afirma.
Indentidade retomada
Para a líder indígena o que motivou o enfraquecimento do movimento indígena na região da Amazônia Ocidental foi a interferência de determinados setores da sociedade.
“Vamos discutir propostas para motivar o movimento de mulheres e uma proposta que vai ser feita após ouvirmos todo o movimento de mulheres quando realizarmos uma oficina que vai contar com a presença de cerca de 70 mulheres”, explicou Letícia Yawanawá.
Letícia disse que esta será a primeira vez que o Fórum Social Mundial terá uma participação massiva de povos indígenas.
Para que o movimento feminino indígena não perca mais a intensidade de trabalhos em favor das mulheres indígenas, Letícia diz que o encontro das mulheres do Acre, Amazonas e Rondônia será muito importante para o fortalecimento da categoria.
“Nós queremos planejar os próximos três anos do movimento”, ressaltou
Os organizadores do evento informaram que no encerramento do encontro são esperados o governador do Estado, Binho Marques, e o prefeito em exercício de Rio Branco, Eduardo Farias. Eles devem ir ao encontro para participar dos debates com as mulheres indígenas.
Mulheres indígenas de várias etnias do Acre, Rondônia e Amazonas estarão reunidas até
quarta-feira 21, no Centro de Antropologia da Universidade Federal do Acre (Ufac) para discutir propostas que serão encaminhadas ao Fórum Social Mundial, que acontecerá em Belém de 27 de janeiro a 1º de fevereiro.
As mulheres participam ao longo desta semana do 2° Assembléia das Mulheres Indígenas do Acre, promovido pela organização das mulheres indígenas do Acre, sul do Amazonas e noroeste de Rondônia.
De acordo com a líder indígena Letícia Yawanawá disse que nos últimos anos o movimento feminino indígena perdeu a força e quase deixou de existir. A líder conta que hoje é preciso resgatar esse movimento para que as mulheres indígenas tenham voz perante a sociedade brasileira.
“Aqui nós vamos avaliar a conjuntura do movimento de mulheres indígenas que agora tem deixado muito a desejar, no início foi muito bom, tivemos algumas conquistas, mas agora está deixando a desejar”, afirma.
Indentidade retomada
Para a líder indígena o que motivou o enfraquecimento do movimento indígena na região da Amazônia Ocidental foi a interferência de determinados setores da sociedade.
“Vamos discutir propostas para motivar o movimento de mulheres e uma proposta que vai ser feita após ouvirmos todo o movimento de mulheres quando realizarmos uma oficina que vai contar com a presença de cerca de 70 mulheres”, explicou Letícia Yawanawá.
Letícia disse que esta será a primeira vez que o Fórum Social Mundial terá uma participação massiva de povos indígenas.
Para que o movimento feminino indígena não perca mais a intensidade de trabalhos em favor das mulheres indígenas, Letícia diz que o encontro das mulheres do Acre, Amazonas e Rondônia será muito importante para o fortalecimento da categoria.
“Nós queremos planejar os próximos três anos do movimento”, ressaltou
Os organizadores do evento informaram que no encerramento do encontro são esperados o governador do Estado, Binho Marques, e o prefeito em exercício de Rio Branco, Eduardo Farias. Eles devem ir ao encontro para participar dos debates com as mulheres indígenas.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
A Tribuna - Integração Acre-Peru é inevitável, afirma Flaviano
O Grupo de Trabalho (GT) Brasil-Peru sobre Cooperação Amazônica e Desenvolvimento Fronteiriço vem trabalhando diretamente para a implantação a curto prazo de área de livre circulação de artigos de subsistência entre localidades fronteiriças vinculadas. A notícia foi dada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) em resposta ao requerimento do deputado Flaviano Melo (PMDB) solicitando informações acerca da possibilidade de tratamento diferenciado ao ingresso de alimentos, combustíveis, medicamentos e matérias de construção entre as localidades de Puerto Esperanza (Peru) e o município acreano de Santa Rosa do Purus.
Na resposta, o MRE afirma ao deputado acreano que a delegação brasileira no GT Brasil-Peru já apresentou proposta de acordo sobre localidades fronteiriças vinculadas. A Chancelaria brasileira acrescenta ainda que a delegação peruana, por seu lado, solicitou a inclusão no acordo das localidades fronteiriças vinculadas de Benjamin Constant (AM) e Islândia (Peru), além de Assis Brasil e Iñapari (Peru). Ficou agendada uma reunião neste primeiro semestre de 2009 para a negociação da proposta de acordo, atualmente sob a análise do governo peruano. O objetivo é permitir que brasileiros e peruanos que residam em localidades de fronteiras integrantes do acordo possam fazer jus a uma carteira de fronteiriço que lhes permita trabalhar, estudar e sejam atendidos em hospitais públicos em ambos os lados da fronteira.
Para Flaviano Melo, o importante é que o acordo poderá permitir a livre circulação de artigos de subsistência entre os municípios vinculados,cujos produtos e quantidades deverão ser estabelecidos já nas próximas reuniões deste ano.Segundo o parlamentar,o Peru já solicitou ao governo brasileiro que facilite o trânsito fluvial e multimodal para o transporte de pessoas, mercadorias, embarcações e veículos entre Puerto Esperanza e Iñapari (ambas no Peru) através do Estado do Acre. Coube às autoridades brasileiras, então, solicitar que se utilizasse a modalidade carga lacrada e que fossem atendidas as normas nacionais em relação a habilitação das embarcações pela autoridade local competente.
"Os ajustes e acordos para a integração com os vizinhos fronteiriços é a certeza de um caminho inevitável de desenvolvimento econômico e progresso social para ambos os lados",resumiu o deputado.
Na resposta, o MRE afirma ao deputado acreano que a delegação brasileira no GT Brasil-Peru já apresentou proposta de acordo sobre localidades fronteiriças vinculadas. A Chancelaria brasileira acrescenta ainda que a delegação peruana, por seu lado, solicitou a inclusão no acordo das localidades fronteiriças vinculadas de Benjamin Constant (AM) e Islândia (Peru), além de Assis Brasil e Iñapari (Peru). Ficou agendada uma reunião neste primeiro semestre de 2009 para a negociação da proposta de acordo, atualmente sob a análise do governo peruano. O objetivo é permitir que brasileiros e peruanos que residam em localidades de fronteiras integrantes do acordo possam fazer jus a uma carteira de fronteiriço que lhes permita trabalhar, estudar e sejam atendidos em hospitais públicos em ambos os lados da fronteira.
Para Flaviano Melo, o importante é que o acordo poderá permitir a livre circulação de artigos de subsistência entre os municípios vinculados,cujos produtos e quantidades deverão ser estabelecidos já nas próximas reuniões deste ano.Segundo o parlamentar,o Peru já solicitou ao governo brasileiro que facilite o trânsito fluvial e multimodal para o transporte de pessoas, mercadorias, embarcações e veículos entre Puerto Esperanza e Iñapari (ambas no Peru) através do Estado do Acre. Coube às autoridades brasileiras, então, solicitar que se utilizasse a modalidade carga lacrada e que fossem atendidas as normas nacionais em relação a habilitação das embarcações pela autoridade local competente.
"Os ajustes e acordos para a integração com os vizinhos fronteiriços é a certeza de um caminho inevitável de desenvolvimento econômico e progresso social para ambos os lados",resumiu o deputado.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A Tribuna - Marina Silva será palestrante no Fórum Social Mundial
Por Ana Paula Batalha
Mais de 4 mil organizações sociais e indígenas vindas de mais de 150 países se encontrarão, entre 27 de janeiro a 1º de fevereiro de 2009 em Belém, na Amazônia brasileira, para celebrar a nona edição do Fórum Social Mundial (FSM).
O evento conta com cerca de 2.600 atividades, entre assembléias, seminários, oficinas, cerimônias e atividades culturais. Mais de 80 mil pessoas estão inscritas para participar do evento, entre elas a senadora Marina Silva (PT/AC), que será palestrante em diversas mesas.
Em uma palestra, por meio do Pré-Fórum Social Mundial, realizada recentemente, a senadora a ex-ministra do meio ambiente falou da importância da preservação da Amazônia pelo povo brasileiro.
Respondendo ao tema da palestra se "é possível um mundo melhor preservando a Amazônia", ela de imediato respondeu que sim. A senadora afirma ainda que é necessário que o Brasil se una para salvar o que ainda resta, uma vez que a falta de cultivo leva a especulações quanto ao domínio da floresta.
O Fórum Social Mundial é um espaço aberto, não-governamental. Visa estimular o debate descentralizado, a reflexão, a construção de propostas, a troca de experiências e as alianças entre movimentos e organizações interessadas no desenvolvimento de ações concretas rumo a um mundo justo e democrático.
O Conselho Internacional do FSM escolheu celebrar esta 9ª edição do FSM na cidade de Belém, no coração da selva Amazônica. A floresta se estende por nove países do continente: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, já que se trata muito mais do que um território: a Amazônia será ela mesma protagonista do acontecimento.
Entre as personalidades aguardadas estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Evo Morales e Hugo Chávez.
Inscrições
Dia 17 de janeiro é o novo prazo para a inscrição via online de organizações, indivíduos e imprensa. Quem perder o prazo ainda poderá fazer a inscrição no ato do credenciamento a partir do dia 25, na Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). O prazo para inscrições de atividades já se encerrou. Informações podem ser obtidas pelo telefone (91) 3222-8530.
Mais de 4 mil organizações sociais e indígenas vindas de mais de 150 países se encontrarão, entre 27 de janeiro a 1º de fevereiro de 2009 em Belém, na Amazônia brasileira, para celebrar a nona edição do Fórum Social Mundial (FSM).
O evento conta com cerca de 2.600 atividades, entre assembléias, seminários, oficinas, cerimônias e atividades culturais. Mais de 80 mil pessoas estão inscritas para participar do evento, entre elas a senadora Marina Silva (PT/AC), que será palestrante em diversas mesas.
Em uma palestra, por meio do Pré-Fórum Social Mundial, realizada recentemente, a senadora a ex-ministra do meio ambiente falou da importância da preservação da Amazônia pelo povo brasileiro.
Respondendo ao tema da palestra se "é possível um mundo melhor preservando a Amazônia", ela de imediato respondeu que sim. A senadora afirma ainda que é necessário que o Brasil se una para salvar o que ainda resta, uma vez que a falta de cultivo leva a especulações quanto ao domínio da floresta.
O Fórum Social Mundial é um espaço aberto, não-governamental. Visa estimular o debate descentralizado, a reflexão, a construção de propostas, a troca de experiências e as alianças entre movimentos e organizações interessadas no desenvolvimento de ações concretas rumo a um mundo justo e democrático.
O Conselho Internacional do FSM escolheu celebrar esta 9ª edição do FSM na cidade de Belém, no coração da selva Amazônica. A floresta se estende por nove países do continente: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, já que se trata muito mais do que um território: a Amazônia será ela mesma protagonista do acontecimento.
Entre as personalidades aguardadas estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Evo Morales e Hugo Chávez.
Inscrições
Dia 17 de janeiro é o novo prazo para a inscrição via online de organizações, indivíduos e imprensa. Quem perder o prazo ainda poderá fazer a inscrição no ato do credenciamento a partir do dia 25, na Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). O prazo para inscrições de atividades já se encerrou. Informações podem ser obtidas pelo telefone (91) 3222-8530.
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