Depois de ver suas instalações destruídas por atos de vandalismo na semana passada, a Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, teve suas obras parcialmente retomadas ontem. Cerca de 300 funcionários voltaram a trabalhar na montagem do vertedouro, etapa necessária para realizar o desvio do rio, de acordo com Victor Paranhos, presidente da concessionária Energia Sustentável do Brasil, empresa responsável pelo projeto. A construção da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, também no Rio Madeira, será retomada hoje, após ser interrompida na sexta-feira por medida de prevenção.
Principal construtora do grupo ESBR, a Camargo Corrêa informou que grande parte dos quase 22 mil operários retirados do canteiro de obras desde quinta-feira retornaram a suas casas. Agora, o consórcio de Jirau programa a volta de boa parte deles ao local. Tropas policiais e da Força Nacional restauraram a segurança. Os protestos em Jirau começaram na última terça-feira, após uma briga entre um motorista de ônibus e um operário. Veículos e alojamentos foram incendiados e instalações do canteiro foram destruídas.
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terça-feira, 22 de março de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
MPF quer cassar licença ambiental
O Ministério Público Federal (MPF) no Pará pediu ontem à Justiça a cassação da licença concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a abertura do canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu. “A maior parte das 40 condicionantes gerais e mais 26 relacionadas aos direitos indígenas não foram cumpridas, o que torna essa licença totalmente ilegal e impede a emissão da licença de instalação”, disse o procurador Ubiratan Cazetta. A autorização não inclui o início das obras da própria usina, que depende de outra permissão.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Verba ambiental para entidade "verde"
ONG ligada a acusada de envolvimento com a máfia das madeireiras recebeu R$ 5,4 milhões do governo federal
Alana Rizzo
Um fundo do governo federal idealizado para incentivar a preservação de florestas liberou recursos para uma entidade envolvida na máfia das madereiras. Criado há dois anos, o Fundo Amazônia repassou R$ 5,4 milhões para o Instituto Ouro Verde, ligado a Ana Luisa Mancini da Riva, denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF), em 2005. O fundo é gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e coordenado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Alana Rizzo
Um fundo do governo federal idealizado para incentivar a preservação de florestas liberou recursos para uma entidade envolvida na máfia das madereiras. Criado há dois anos, o Fundo Amazônia repassou R$ 5,4 milhões para o Instituto Ouro Verde, ligado a Ana Luisa Mancini da Riva, denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF), em 2005. O fundo é gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e coordenado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A conta cara da energia
Opção às fontes sujas, as hidrelétricas acarretam um outro tipo de problema: os graves danos ambientais às regiões onde são construídas
Vinicius Sassine
A expansão da produção de energia elétrica no Brasil vive uma encruzilhada. Por um lado, a saída encontrada pelo governo foi o estímulo a fontes sujas e inseguras de energia, com mais investimentos em usinas termelétricas e nucleares, como o Correio mostrou na edição de ontem. Por outro, dezenas de projetos de hidrelétricas se arrastam por anos — ou até décadas — por causa dos graves impactos ambientais das obras. Fontes renováveis de energia, as usinas hidrelétricas continuam sendo as principais apostas de incremento de eletricidade nos próximos dez anos. Os danos às regiões onde os projetos chegarão, porém, mostram um incalculável custo ambiental para o país ter mais energia.
Vinicius Sassine
A expansão da produção de energia elétrica no Brasil vive uma encruzilhada. Por um lado, a saída encontrada pelo governo foi o estímulo a fontes sujas e inseguras de energia, com mais investimentos em usinas termelétricas e nucleares, como o Correio mostrou na edição de ontem. Por outro, dezenas de projetos de hidrelétricas se arrastam por anos — ou até décadas — por causa dos graves impactos ambientais das obras. Fontes renováveis de energia, as usinas hidrelétricas continuam sendo as principais apostas de incremento de eletricidade nos próximos dez anos. Os danos às regiões onde os projetos chegarão, porém, mostram um incalculável custo ambiental para o país ter mais energia.
domingo, 2 de janeiro de 2011
27 novas espécies ameaçadas
Coluna:Tubo de ensaio
Na Amazônia peruana, uma espécie de ave é descoberta por ano, e uma de mamífero a cada quatro, mas, paradoxalmente, cada novo achado faz parte de uma tragédia, pois ocorre devido ao desmatamento realizado por empresas de petróleo, mineradoras e madeireiras. Por isso, em muitos casos, a descoberta de uma nova espécie caminha lado a lado com o começo de sua extinção. Entre as novas espécies descobertas nos últimos cinco anos estão a rã Ranitomeya amazonica, com coloração de fogo na cabeça e patas azuis, o papagaio-de-testa-branca e o beija-flor-de-colar-púrpura. O Peru é o quarto país do mundo em extensão vegetal, com 700 mil quilômetros quadrados de florestas tropicais amazônicas, que contribuem para reduzir o aquecimento global e abrigam grande biodiversidade. Em outubro, mais de 1.200 novas espécies foram apresentadas em uma cúpula das Nações Unidas sobre biodiversidade. Delas, cerca de 200 foram descobertas na Amazônia peruana.
Na Amazônia peruana, uma espécie de ave é descoberta por ano, e uma de mamífero a cada quatro, mas, paradoxalmente, cada novo achado faz parte de uma tragédia, pois ocorre devido ao desmatamento realizado por empresas de petróleo, mineradoras e madeireiras. Por isso, em muitos casos, a descoberta de uma nova espécie caminha lado a lado com o começo de sua extinção. Entre as novas espécies descobertas nos últimos cinco anos estão a rã Ranitomeya amazonica, com coloração de fogo na cabeça e patas azuis, o papagaio-de-testa-branca e o beija-flor-de-colar-púrpura. O Peru é o quarto país do mundo em extensão vegetal, com 700 mil quilômetros quadrados de florestas tropicais amazônicas, que contribuem para reduzir o aquecimento global e abrigam grande biodiversidade. Em outubro, mais de 1.200 novas espécies foram apresentadas em uma cúpula das Nações Unidas sobre biodiversidade. Delas, cerca de 200 foram descobertas na Amazônia peruana.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Políticas verdes e desbotadas
Apesar de esboçar certa preocupação com o meio ambiente, governo Lula deixa legado de muitas intenções no papel e pouca execução
Vinicius Sassine
As ações de governo na área de meio ambiente registradas em cartório pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia 15, dão a exata dimensão das contradições do petista ao longo de oito anos de gestão. Por trás de cada um dos programas exaltados no balanço, existem restrições e problemas que ficaram fora do extenso documento registrado em cartório.
Vinicius Sassine
As ações de governo na área de meio ambiente registradas em cartório pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia 15, dão a exata dimensão das contradições do petista ao longo de oito anos de gestão. Por trás de cada um dos programas exaltados no balanço, existem restrições e problemas que ficaram fora do extenso documento registrado em cartório.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
A embrapa e o código florestal
PEDRO ARRAES
Presidente da Embrapa
O uso de tecnologia agrícola e o impulso econômico alcançado levantam dúvidas e questionamentos, por razões diversas, tanto no plano nacional quanto no internacional em relação ao modelo brasileiro de desenvolvimento agropecuário. Essas inquietações consideram desde problemas de erosão de solos à perda de biodiversidade; do recorrente tema do desmatamento às recentes discussões sobre as relações entre o desenvolvimento das áreas destinadas à agropecuária e seus impactos nas mudanças climáticas; ou, ainda, o debate entre produção de agroenergia e alimentos. Como consequência, vem se estabelecendo uma aparente dualidade nas visões sobre o futuro da agricultura nacional, polêmica cujo eixo nuclear gira em torno da sustentabilidade da moderna agricultura brasileira.
Presidente da Embrapa
O uso de tecnologia agrícola e o impulso econômico alcançado levantam dúvidas e questionamentos, por razões diversas, tanto no plano nacional quanto no internacional em relação ao modelo brasileiro de desenvolvimento agropecuário. Essas inquietações consideram desde problemas de erosão de solos à perda de biodiversidade; do recorrente tema do desmatamento às recentes discussões sobre as relações entre o desenvolvimento das áreas destinadas à agropecuária e seus impactos nas mudanças climáticas; ou, ainda, o debate entre produção de agroenergia e alimentos. Como consequência, vem se estabelecendo uma aparente dualidade nas visões sobre o futuro da agricultura nacional, polêmica cujo eixo nuclear gira em torno da sustentabilidade da moderna agricultura brasileira.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Conflito de interesses
O discurso do novo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, na cerimônia de posse na última quarta-feira, evidencia as divergências entre o setor produtivo e ambientalistas, via de regra reproduzidas pelos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de um lado, e do Meio Ambiente, de outro. "Por que transformar o meio ambiente em uma arena dominada por interesses sectários que oneram, atrasam e, no extremo, podem até inviabilizar projetos estratégicos para o país?", questionou Robson.
domingo, 14 de novembro de 2010
Proteção estendida emárea verde de luxo
Instituto Chico Mendes debate proposta para dobrar o tamanho do Parque Nacional Serra do Cipó, em Minas Gerais. O objetivo é proteger a riqueza ambiental ameaçada por condomínios
Junia Oliveira
Belo Horizonte-Para salvar um dos mais belos e exuberantes patrimônios naturais deMinas Gerais, ambientalistas se debruçam sobre mapas e elaboram um projeto que amplia a área de proteção da Serra do Cipó. A ideia é dobrar o tamanho do parque nacional e preservar o cenário esculpido pela natureza a apenas 100 quilômetros de Belo Horizonte. Isso porque a contaminação do lençol freático e dos principais cursos d'água da região, o lançamento de esgoto e a ocupação desordenada dos territórios colocam em risco as riquezas de uma das mais importantes áreas verdes do estado. O Parque Nacional da Serra do Cipó abrange 33,8 mil hectares nos municípios de Itambé do Mato Dentro, Jaboticatubas,Morro do Pilar e Santana do Riacho.
Junia Oliveira
Belo Horizonte-Para salvar um dos mais belos e exuberantes patrimônios naturais deMinas Gerais, ambientalistas se debruçam sobre mapas e elaboram um projeto que amplia a área de proteção da Serra do Cipó. A ideia é dobrar o tamanho do parque nacional e preservar o cenário esculpido pela natureza a apenas 100 quilômetros de Belo Horizonte. Isso porque a contaminação do lençol freático e dos principais cursos d'água da região, o lançamento de esgoto e a ocupação desordenada dos territórios colocam em risco as riquezas de uma das mais importantes áreas verdes do estado. O Parque Nacional da Serra do Cipó abrange 33,8 mil hectares nos municípios de Itambé do Mato Dentro, Jaboticatubas,Morro do Pilar e Santana do Riacho.
sábado, 9 de outubro de 2010
Queimadas agravam a situação
Os desmatamentos estão diretamente ligados à presença de queimadas no país 96% dos focos de calor monitorados por satélites estão localizados em áreas de desmatamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente. O coordenador do Programa Nacional para Redução de Fogo em Áreas Rurais e Florestais, Wanius de Amorim, destaca ainda o teor dos incêndios: A quantidade de queimadas acidentais são ínfimas, não são representativas. As queimadas brasileiras são criminosas , denunciou.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Critério verde no crédito
Mariana Mainenti
A partir do ano que vem, as instituições financeiras do país passarão a ter o seu desempenho socioambiental avaliado. Contratada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) prepara um sistema de indicadores que permitirão o monitoramento permanente da atuação dos bancos públicos e privados nessa área. Receberão melhores cotações as instituições que deixarem de conceder crédito, por exemplo, a desmatadores e empresas que utilizam trabalho escravo. A iniciativa está entre os compromissos assumidos no Protocolo Verde, documento formulado após consultas às instituições coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
A partir do ano que vem, as instituições financeiras do país passarão a ter o seu desempenho socioambiental avaliado. Contratada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) prepara um sistema de indicadores que permitirão o monitoramento permanente da atuação dos bancos públicos e privados nessa área. Receberão melhores cotações as instituições que deixarem de conceder crédito, por exemplo, a desmatadores e empresas que utilizam trabalho escravo. A iniciativa está entre os compromissos assumidos no Protocolo Verde, documento formulado após consultas às instituições coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Cinzas, devastação e pesquisas paradas
Pesquisadores contabilizam os prejuízos aos estudos que vêm sendo realizados nas áreas de preservação depois dos incêndios. Espécimes monitorados podem ter desaparecido
Rayanne Portugal
Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) estão preocupados com os prejuízos que os últimos incêndios podem ter causado às pesquisas nos parques de preservação ambiental.
Rayanne Portugal
Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) estão preocupados com os prejuízos que os últimos incêndios podem ter causado às pesquisas nos parques de preservação ambiental.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Trópico das queimadas
Pesquisa com 500 prefeituras das regiões Norte e Centro-Oeste mostra que quase 90% das cidades que vivem o período de estiagem têm sérios problemas com focos de incêndio
Carolina Khodr
Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios constatou que Goiás, Mato Grosso e Tocantins são os estados que mais sofrem com a combinação seca e fogo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) estima que nos próximos dias a umidade relativa do ar nessas regiões deve permanecer entre 20% e 30% e prevê chuvas apenas para a próxima semana.
Carolina Khodr
Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios constatou que Goiás, Mato Grosso e Tocantins são os estados que mais sofrem com a combinação seca e fogo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) estima que nos próximos dias a umidade relativa do ar nessas regiões deve permanecer entre 20% e 30% e prevê chuvas apenas para a próxima semana.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Faltam equipamentos
Renato Alves e Lucas Tolentino O incêndio no Parque Nacional de Brasília escancarou as deficiências do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. Faltam caminhonetes para os militares se dividirem melhor e chegarem mais rápido aos locais em chamas. A corporação também carece de aeronave e caminhões que levem água às regiões mais distantes e acidentadas.
A natureza em chamas
Atual cenário de destruição do cerrado confirma o pior período de incêndios no DF nos últimos três anos. As labaredas chegaram a três das cinco principais reservas ecológicas candangas
Renato Alves e Lucas Tolentino
Com a média de quase um novo foco por hora, o Distrito Federal vive a pior temporada de queimadas dos últimos três anos. Até ontem, o Corpo de Bombeiros havia registrado 2.686 ocorrências, 30% a mais que ao longo de 2009.
Renato Alves e Lucas Tolentino
Com a média de quase um novo foco por hora, o Distrito Federal vive a pior temporada de queimadas dos últimos três anos. Até ontem, o Corpo de Bombeiros havia registrado 2.686 ocorrências, 30% a mais que ao longo de 2009.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Benefícios ambientais
Roberta Machado
Por meio de um intenso trabalho paisagístico, o estereótipo da imagem seca e descolorida do cerrado deve, aos poucos, dar lugar à jardinagem artística formada por espécies de um dos biomas mais diversificados do mundo, rico em texturas e formas.
Por meio de um intenso trabalho paisagístico, o estereótipo da imagem seca e descolorida do cerrado deve, aos poucos, dar lugar à jardinagem artística formada por espécies de um dos biomas mais diversificados do mundo, rico em texturas e formas.
Destruição no Parque Nacional
Cláudia Felizola
Incêndio de grandes proporções compromete a reserva ecológica mais próxima de Brasília, que precisou ser fechada ao público. Para moradores, o fogo tem origem criminosa
Incêndio de grandes proporções compromete a reserva ecológica mais próxima de Brasília, que precisou ser fechada ao público. Para moradores, o fogo tem origem criminosa
domingo, 19 de setembro de 2010
Ari Cunha - Visto, Lido e ouvido
Queimadas
A redução da floresta Amazônica cria situação inusitada no mercado brasileiro. O país manifestou interesse em adquirir os leitos que possuem estradas de ferro. Com isso, facilitaria o movimento de carga e passageiros. Em tempo. Entre agosto do ano passado e janeiro deste ano, a devastação acumulada somou 836 quilômetros quadrados.
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A redução da floresta Amazônica cria situação inusitada no mercado brasileiro. O país manifestou interesse em adquirir os leitos que possuem estradas de ferro. Com isso, facilitaria o movimento de carga e passageiros. Em tempo. Entre agosto do ano passado e janeiro deste ano, a devastação acumulada somou 836 quilômetros quadrados.
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sábado, 18 de setembro de 2010
Tubo de ensaio
Estudo sobre o Saara
A Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, anunciou que pretende iniciar estudos para verificar se a areia e a poeira do Deserto do Saara interferem na temperatura atmosférica. Segundo os pesquisadores, o Saara (foto) contribui anualmente com metade de toda a poeira que circula na atmosfera da Terra. Imagens de satélites europeus mostram que a areia e a poeira da região se movem em direção ao norte do Oceano Atlântico, passando sobre o oeste da África antes de chegar a ilhas de Cabo Verde. O resíduo se move regularmente para lugares tão distantes como a América do Sul, colaborando com a fertilização da Floresta Amazônica. As maiores partículas podem ser usadas na absorção da radiação solar, convertendo-a em calor, e também refletir a radiação de volta ao espaço, criando um efeito de resfriamento. Uma coisa que queremos fazer é calcular a ação refletora da poeira , anunciou o coordenador da pesquisa, Sunder Christopher.
A Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, anunciou que pretende iniciar estudos para verificar se a areia e a poeira do Deserto do Saara interferem na temperatura atmosférica. Segundo os pesquisadores, o Saara (foto) contribui anualmente com metade de toda a poeira que circula na atmosfera da Terra. Imagens de satélites europeus mostram que a areia e a poeira da região se movem em direção ao norte do Oceano Atlântico, passando sobre o oeste da África antes de chegar a ilhas de Cabo Verde. O resíduo se move regularmente para lugares tão distantes como a América do Sul, colaborando com a fertilização da Floresta Amazônica. As maiores partículas podem ser usadas na absorção da radiação solar, convertendo-a em calor, e também refletir a radiação de volta ao espaço, criando um efeito de resfriamento. Uma coisa que queremos fazer é calcular a ação refletora da poeira , anunciou o coordenador da pesquisa, Sunder Christopher.
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