As ONGs IFT (Instituto Floresta Tropical) e Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), em parceria com Aimex, realizaram a Palestra ‘Sensibilização sobre Concessões Florestais, Exploração de Impacto Reduzido e Certificação Florestal FSC’. O evento ocorreu nesta quarta-feira, (30), no Auditório I da FIEPA, Belém-PA, e reuniu 22 pessoas representantes de empresas, associações, ONGs e Consultores ligados ao setor florestal.
O evento é uma das atividades do Programa TAA (The Amazon Alternative), que busca estimular o aumento da área certificada na Amazônia e de produtos certificados no mercado nacional, holandês e europeu. O programa é uma iniciativa do governo Holandês, do FSC Holanda e de empresas holandesas, numa parceira público-privada, de incentivo à Certificação Florestal FSC na Amazônia brasileira, peruana e boliviana.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Entrevista: BB e Basa financiaram mais de R$ 26 mi para propriedades irregulares no Pará
Bruno Calixto
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ontem (31/03) ações civis públicas contra o Banco do Brasil (BB), o Banco da Amazônia (Basa) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Segundo o MPF, esses bancos concederam financiamentos a produtores com irregularidades ambientais e trabalhistas, descumprindo a legislação brasileira.
As ações são resultado de uma investigação do MPF, que identificou 55 financiamentos do BB e 37 do Basa para fazendas com irregularidades ambientais, trabalhistas e casos de trabalho escravo. O Banco do Brasil liberou R$ 8 milhões para fazendas ilegais, e o Basa, R$ 18 milhões.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ontem (31/03) ações civis públicas contra o Banco do Brasil (BB), o Banco da Amazônia (Basa) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Segundo o MPF, esses bancos concederam financiamentos a produtores com irregularidades ambientais e trabalhistas, descumprindo a legislação brasileira.
As ações são resultado de uma investigação do MPF, que identificou 55 financiamentos do BB e 37 do Basa para fazendas com irregularidades ambientais, trabalhistas e casos de trabalho escravo. O Banco do Brasil liberou R$ 8 milhões para fazendas ilegais, e o Basa, R$ 18 milhões.
Acordo vai garantir produtos florestais sustentáveis
O Serviço Florestal Brasileiro e o Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (Forest Stewardship Council - FSC Brasil) assinaram nesta quinta-feira (31/3) um acordo de cooperação técnica com o objetivo de fortalecer a implementação das práticas de manejo em florestas nativas e de criar condições para que a sociedade tenha a garantia de produtos sustentáveis.
A parceria prevê a realização de oficinas e capacitações sobre manejo e certificação voluntária, além da elaboração de material para explicar os procedimentos necessários para se tornar um produtor de madeira ou de produtos não madeireiros com os critérios reconhecidos para entidade.
A parceria prevê a realização de oficinas e capacitações sobre manejo e certificação voluntária, além da elaboração de material para explicar os procedimentos necessários para se tornar um produtor de madeira ou de produtos não madeireiros com os critérios reconhecidos para entidade.
Secretário do MMA discute política ambiental com governo norte-americano
Carine Corrêa
O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, se reuniu nesta quinta-feira (31/3), com o secretário do Interior dos Estados Unidos, Kenneth Salazar, a comitiva americana e representantes do Ibama e do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade para tratar de políticas brasileiras nas áreas de conservação e meio ambiente, petróleo, gás natural e biodiversidade.
Francisco Gaetani disse que um ponto fundamental que está sendo abordado com os EUA é a regulação responsável de setores como mercado de carbono e eficiência energética, e que a estrutura de incentivo de muitas instituições brasileiras ainda está em fase de desenvolvimento.
O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, se reuniu nesta quinta-feira (31/3), com o secretário do Interior dos Estados Unidos, Kenneth Salazar, a comitiva americana e representantes do Ibama e do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade para tratar de políticas brasileiras nas áreas de conservação e meio ambiente, petróleo, gás natural e biodiversidade.
Francisco Gaetani disse que um ponto fundamental que está sendo abordado com os EUA é a regulação responsável de setores como mercado de carbono e eficiência energética, e que a estrutura de incentivo de muitas instituições brasileiras ainda está em fase de desenvolvimento.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Mudança climática na Amazônia pode inviabilizar Belo Monte
DEPOIS de enfrentar uma ira dos Trabalhadores com uma Situação de Maus Tratos nsa canteiros de obra, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte estabele ágora Correndo Riscos serios devido AO Impacto das Mudanças Climáticas nd Amazônia.
Estudo da WWF-Brasil, in Parceria com HSBC Climate Partnership, o cálculo Que Perder PoDE Empreendimento comeu 80% de SUA Receita anual comeu 2050, Como Resultado de UMA diminuição da Vazão do Rio Xingu.
Estudo da WWF-Brasil, in Parceria com HSBC Climate Partnership, o cálculo Que Perder PoDE Empreendimento comeu 80% de SUA Receita anual comeu 2050, Como Resultado de UMA diminuição da Vazão do Rio Xingu.
quarta-feira, 30 de março de 2011
'A floresta não é problema, é solução', afirma Jorge Viana
Senador acreano defende uso inteligente da floresta na audiência sobre o Código Florestal
O senador Jorge Viana trouxe ontem a discussão sobre legislação florestal para o Senado Federal. Ele foi o autor do requerimento que convidou o deputado federal Aldo Rebelo, relator da comissão de reformulação do Código Florestal, para uma audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado.
Jorge Viana defende uma legislação moderna e acha que missão do Senado Federal é aperfeiçoar a proposta que vier da Câmara. Sua ideia é de uma lei que considere as diferenças regionais: “Temos a obrigação de fazer o Brasil entender que uma só legislação não vai resolver os biomas complexos e diferenciados que temos nas nossas cinco regiões”.
O senador Jorge Viana trouxe ontem a discussão sobre legislação florestal para o Senado Federal. Ele foi o autor do requerimento que convidou o deputado federal Aldo Rebelo, relator da comissão de reformulação do Código Florestal, para uma audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado.
Jorge Viana defende uma legislação moderna e acha que missão do Senado Federal é aperfeiçoar a proposta que vier da Câmara. Sua ideia é de uma lei que considere as diferenças regionais: “Temos a obrigação de fazer o Brasil entender que uma só legislação não vai resolver os biomas complexos e diferenciados que temos nas nossas cinco regiões”.
terça-feira, 29 de março de 2011
Organização pede fim dos financiamentos do BNDES a obras que violam direitos dos trabalhadores
Pela suspensão dos financiamentos do BNDES a obras que violam os direitos dos trabalhadores
Nos últimos dias, uma série de violações dos direitos mais elementares dos trabalhadores em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) têm sido noticiadas pela imprensa: na construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira; na construção da Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco; e na termelétrica de Pecém, no Ceará. Apesar destes direitos trabalhistas estarem consolidados em lei, as suas recorrentes violações não fizeram com que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), maior financiador das obras do PAC, suspendesse os financiamentos a essas polêmicas obras. Além disso, o Banco continua a não submeter os critérios de aprovação aos financiamentos e o monitoramento de contratos ao debate público e à fiscalização.
Nos últimos dias, uma série de violações dos direitos mais elementares dos trabalhadores em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) têm sido noticiadas pela imprensa: na construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira; na construção da Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco; e na termelétrica de Pecém, no Ceará. Apesar destes direitos trabalhistas estarem consolidados em lei, as suas recorrentes violações não fizeram com que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), maior financiador das obras do PAC, suspendesse os financiamentos a essas polêmicas obras. Além disso, o Banco continua a não submeter os critérios de aprovação aos financiamentos e o monitoramento de contratos ao debate público e à fiscalização.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Nova proposta pode dobrar área de florestas no Brasil, dizem autores
Henrique Andrade Camargo
O Brasil vem assistindo a uma briga feia entre ruralistas e ambientalistas no que diz respeito ao Código Florestal Brasileiro. A proposta de mudança da lei do deputado Aldo Rebelo (PCdoB–SP) é vista como retrocesso entre os que defendem o meio ambiente. Já a turma do agronegócio só vê benefícios, pois, se aprovada, a lei tiraria grande parte dos produtores rurais da irregularidade e possibilitaria a expansão da fronteira agrícola.
Nesta quinta-feira (24/3) deu-se início a mais um capítulo dessa peleja. Uma nova proposta para substituir o atual código foi apresentada em São Paulo por empresas do setor de base florestal em parceria com organizações socioambientais. O documento traz 16 pontos específicos chamados pelos signatários de propostas de consenso. Os proponentes acreditam que se as medidas forem aprovadas seriam benéficas tanto para o ambiente quanto para os negócios.
O Brasil vem assistindo a uma briga feia entre ruralistas e ambientalistas no que diz respeito ao Código Florestal Brasileiro. A proposta de mudança da lei do deputado Aldo Rebelo (PCdoB–SP) é vista como retrocesso entre os que defendem o meio ambiente. Já a turma do agronegócio só vê benefícios, pois, se aprovada, a lei tiraria grande parte dos produtores rurais da irregularidade e possibilitaria a expansão da fronteira agrícola.
Nesta quinta-feira (24/3) deu-se início a mais um capítulo dessa peleja. Uma nova proposta para substituir o atual código foi apresentada em São Paulo por empresas do setor de base florestal em parceria com organizações socioambientais. O documento traz 16 pontos específicos chamados pelos signatários de propostas de consenso. Os proponentes acreditam que se as medidas forem aprovadas seriam benéficas tanto para o ambiente quanto para os negócios.
domingo, 27 de março de 2011
Cameron e Schwarzenegger visitam região que será afetada pela hidrelétrica de Belo Monte no Pará
O cineasta James Cameron, diretor do premiado filme Avatar e o ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger visitaram Altamira nesta quarta-feira (23/3)e reuniram-se com representantes indígenas e de movimentos sociais na aldeia Terra Wangã, na Terra Indígena Arara da Volta Grande, às margens do Rio Xingu. Cameron que já tinha estado n a região em 2010 disse que a luta continua e que seguirá apoiando os movimentos sociais da região contra Belo Monte.
James Cameorn e Arnold Schwarzenneger vieram ao Brasil para participar do Fórum de Sustentabilidade de Manaus e decidiram passar por Altamira. Cameron já havia visitado a região em abril do ano passado quando esteve no País para participar da primeira edição do fórum de Manaus e lançar em São Paulo o DVD do filme.
James Cameorn e Arnold Schwarzenneger vieram ao Brasil para participar do Fórum de Sustentabilidade de Manaus e decidiram passar por Altamira. Cameron já havia visitado a região em abril do ano passado quando esteve no País para participar da primeira edição do fórum de Manaus e lançar em São Paulo o DVD do filme.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Belo Monte: o diálogo que não houve. Carta aberta de Dom Erwin Kräutler
BELO MONTE: O DIÁLOGO QUE NÃO HOUVE
Carta aberta à Opinião Pública Nacional e Internacional
Venho mais uma vez manifestar-me publicamente em relação ao projeto do Governo Federal de construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte cujas consequências irreversíveis atingirão especialmente os municípios paraenses de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e os povos indígenas da região.
Carta aberta à Opinião Pública Nacional e Internacional
Venho mais uma vez manifestar-me publicamente em relação ao projeto do Governo Federal de construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte cujas consequências irreversíveis atingirão especialmente os municípios paraenses de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e os povos indígenas da região.
MMA exporta metodologia de combate a queimadas
Cristina Ávila
Os focos de incêndio foram reduzidos entre 50% e 94% em 146 municípios dos estados do Pará, Mato Grosso e Acre, que participaram do Amazônia sem Fogo, projeto de cooperação da Itália com o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável. A iniciativa que durou 10 anos e beneficiou 1,2 milhão de pessoas agora se transforma em política de governo e será aplicada em países da América Latina.
Além da meta de redução de incêndios, o projeto foi criado para contribuir com a melhoria das condições de vida dos povos amazônicos que sobrevivem da exploração de recursos florestais. Em 2008, quando se tornou política pública foi adotada a estratégia de formar 400 técnicos e lideranças alternativas para atuar na orientação das comunidades, para mudança de cultura na utilização do fogo, que geralmente é usado como manejo de roças.
Os focos de incêndio foram reduzidos entre 50% e 94% em 146 municípios dos estados do Pará, Mato Grosso e Acre, que participaram do Amazônia sem Fogo, projeto de cooperação da Itália com o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável. A iniciativa que durou 10 anos e beneficiou 1,2 milhão de pessoas agora se transforma em política de governo e será aplicada em países da América Latina.
Além da meta de redução de incêndios, o projeto foi criado para contribuir com a melhoria das condições de vida dos povos amazônicos que sobrevivem da exploração de recursos florestais. Em 2008, quando se tornou política pública foi adotada a estratégia de formar 400 técnicos e lideranças alternativas para atuar na orientação das comunidades, para mudança de cultura na utilização do fogo, que geralmente é usado como manejo de roças.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Código florestal e criação de municípios na pauta do Parlamento Amazônico
Um grande encontro de parlamentos de toda a Amazônia será realizado em Cuiabá, nos dois últimos dias de abril próximo, para debater questões importantes para a região. A principal discussão, que interessa muito de perto a milhares de pessoas que vivem da produção primária nos estados amazônidos, será sobre o novo Código Florestal, que está em fase final de discussão no Congresso Nacional.
Único representante de Rondônia no Parlamento Amazônico, o deputado estadual Ribamar Araújo (PT), participou, nesta semana, de reunião preparatória para o evento agendado para os dias 29 e 30 de abril em Cuiabá. Além do Código Florestal, serão também debatidas questões relativas à ampliação do poder legiferante das Assembleias Legislativas em relação à emancipação de distritos e criação de novos municípios. O terceiro tema escolhido para a abordagem no encontro do final de abril incluirá logísticas e recursos hídricos da região.
Ribamar Araújo afirmou que a presença de Rondônia é importante no contexto desses encontros do Parlamento Amazônico, na medida em que os assuntos a serem debatidos interessam muito de perto à coletividade rondoniense. Na reunião preparatória para a Conferência marcada para o final do mês que vem, participaram representantes de Rondônia, Amazônia, Roraima, Mato Grosso e Maranhão.
Único representante de Rondônia no Parlamento Amazônico, o deputado estadual Ribamar Araújo (PT), participou, nesta semana, de reunião preparatória para o evento agendado para os dias 29 e 30 de abril em Cuiabá. Além do Código Florestal, serão também debatidas questões relativas à ampliação do poder legiferante das Assembleias Legislativas em relação à emancipação de distritos e criação de novos municípios. O terceiro tema escolhido para a abordagem no encontro do final de abril incluirá logísticas e recursos hídricos da região.
Ribamar Araújo afirmou que a presença de Rondônia é importante no contexto desses encontros do Parlamento Amazônico, na medida em que os assuntos a serem debatidos interessam muito de perto à coletividade rondoniense. Na reunião preparatória para a Conferência marcada para o final do mês que vem, participaram representantes de Rondônia, Amazônia, Roraima, Mato Grosso e Maranhão.
ONGs e empresas de celulose apresentam nova proposta para Código Florestal
Líderes empresariais do setor de florestas plantadas e organizações ambientais lançaram hoje (24), em São Paulo, uma nova proposta para a reforma do Código Florestal.
As organizações e empresas defendem que o Código Florestal precisa ser debatido e atualizado, já que a lei atual é pouco eficaz na compatibilização entre produção rural e proteção ambiental.
As organizações e empresas defendem que o Código Florestal precisa ser debatido e atualizado, já que a lei atual é pouco eficaz na compatibilização entre produção rural e proteção ambiental.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Imazon: Rondônia é responsável por 56% do desmatamento em fevereiro
A Amazônia Legal perdeu 63 quilômetros quadrados de floresta no mês de fevereiro de 211, segundo dados do Instituto do Homem e do Meio Ambiente (Imazon), divulgados hoje (23). O Estado de Rondônia foi responsável por 56% desse total, seguido pelo Pará, com 30%. O restante do desmatamento ocorreu no Mato Grosso (11%) e Roraima (3%).
A devastação de fevereiro representa uma redução de 28% em relação a fevereiro de 2010, quando o desmatamento somou 87 quilômetros quadrados. O desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a fevereiro de 2011 foi semelhante ao desmatamento acumulado no período anterior (agosto 2009 a fevereiro 2010), 925 quilômetros quadrados e 924 quilômetros quadrados, respectivamente.
A devastação de fevereiro representa uma redução de 28% em relação a fevereiro de 2010, quando o desmatamento somou 87 quilômetros quadrados. O desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a fevereiro de 2011 foi semelhante ao desmatamento acumulado no período anterior (agosto 2009 a fevereiro 2010), 925 quilômetros quadrados e 924 quilômetros quadrados, respectivamente.
terça-feira, 22 de março de 2011
Na década da biodiversidade, o ano internacional das florestas
Artigo de Malu Nunes
Para iniciar a década, 2011 foi proclamado o Ano Internacional das Florestas. O que se coloca em discussão, neste primeiro ano, é o manejo sustentável de todos os tipos de florestas mundiais, como forma de conter a taxa – alarmante – de desmatamento e degradação. Hoje, restam no mundo pouco mais de 20% da cobertura florestal original. Números da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) revelam que, de 2000 a 2010, a cada ano, globalmente, 13 milhões de hectares desses remanescentes foram convertidos para outros usos.
Para iniciar a década, 2011 foi proclamado o Ano Internacional das Florestas. O que se coloca em discussão, neste primeiro ano, é o manejo sustentável de todos os tipos de florestas mundiais, como forma de conter a taxa – alarmante – de desmatamento e degradação. Hoje, restam no mundo pouco mais de 20% da cobertura florestal original. Números da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) revelam que, de 2000 a 2010, a cada ano, globalmente, 13 milhões de hectares desses remanescentes foram convertidos para outros usos.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Norte Energia inicia capacitação profissional para construção de Belo Monte
A Norte Energia e o consórcio construtor realizarão nesta segunda-feira, 21 de março, em Altamira, no Pará, sua aula inaugural de capacitação profissional. O objetivo é habilitar trabalhadores para a construção da hidrelétrica de Belo Monte (11.233 MW). A concessionária treinará tanto trabalhadores locais que já tenham experiência como moradores que não possuem conhecimento teórico e prático para disputar as milhares de vagas que serão oferecidas pelo empreendimento. De acordo com a companhia, a construção da hidrelétrica vai gerar cerca de 22 mil empregos diretos nos sítios de Belo Monte, Pimental, Bela Vista e Canal e Diques.
As primeiras turmas reunirão 150 alunos, sendo 25 mulheres, em cursos de pedreiro, carpinteiro e armador. As aulas, gratuitas e com quatro horas de duração cada, serão ministradas por professores do Senai em Altamira. Cada curso será constituído por 160 horas/aula, sendo 96 horas de prática e 64 horas de teoria. A previsão de formatura dos primeiros profissionais é para a primeira quinzena de maio. As incrições, para as próximas turmas, serão reabertas no dia 28 de maio.
As primeiras turmas reunirão 150 alunos, sendo 25 mulheres, em cursos de pedreiro, carpinteiro e armador. As aulas, gratuitas e com quatro horas de duração cada, serão ministradas por professores do Senai em Altamira. Cada curso será constituído por 160 horas/aula, sendo 96 horas de prática e 64 horas de teoria. A previsão de formatura dos primeiros profissionais é para a primeira quinzena de maio. As incrições, para as próximas turmas, serão reabertas no dia 28 de maio.
domingo, 20 de março de 2011
Superintendência do Trabalho consegue estabelecer diálogo entre trabalhadores e Camargo Correia no conflito da usina de Jirau
A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Rondônia, por meio do seu titular, Rodrigo Melo Nogueira, convocou reunião para analisar e propor ações exeqüíveis, de imediato, para minorar o problema surgido com o conflito ocorrido na construção da Usina de Jirau, no Rio Madeira, em Porto Velho- RO.
Participaram da reunião a Procuradoria Regional do Trabalho da 14ª Região, o Tribunal Regional do Trabalho – 14ª Região, Ministério Público Federal, Central Única dos Trabalhadores –CUT, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil no Estado de Rondônia/STICCERO, Força Sindical, Federação Interestadual dos Trabalhadores nas Indústrias nos Estados de Rondônia e do Acre – FITRAC, Consórcio Energia Sustentável e a Empresa Camargo Correa. Participaram também o deputado federal Padre Tom (PT) e o vice-Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia, deputado Hermínio Coelho (PT).
Participaram da reunião a Procuradoria Regional do Trabalho da 14ª Região, o Tribunal Regional do Trabalho – 14ª Região, Ministério Público Federal, Central Única dos Trabalhadores –CUT, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil no Estado de Rondônia/STICCERO, Força Sindical, Federação Interestadual dos Trabalhadores nas Indústrias nos Estados de Rondônia e do Acre – FITRAC, Consórcio Energia Sustentável e a Empresa Camargo Correa. Participaram também o deputado federal Padre Tom (PT) e o vice-Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia, deputado Hermínio Coelho (PT).
sábado, 19 de março de 2011
Justiça intervém em crise de canteiro de obras
Diante de uma crise instalada no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Jirau, a presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, desembargadora Vania Maria da Rocha Abensur, determinou a abertura de uma Força Tarefa com a instalação de duas Varas Itinerantes. Elas funcionarão provisoriamente para atender os trabalhadores em questão.
As Varas Itinerantes irão fazer possíveis tomadas de reclamações trabalhistas e as audiências de conciliação e julgamento. Os protestos dos trabalhadores da usina começaram nesta terça-feira (15/3), após uma briga entre um motorista de ônibus e um dos operários. Veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras foram depredadas. Praticamente todos alojamentos foram incendiados e um caixa de banco eletrônico foi saqueado. As obras da usina foram suspensas por tempo indeterminado pela empreiteira Camargo Corrêa.
As Varas Itinerantes irão fazer possíveis tomadas de reclamações trabalhistas e as audiências de conciliação e julgamento. Os protestos dos trabalhadores da usina começaram nesta terça-feira (15/3), após uma briga entre um motorista de ônibus e um dos operários. Veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras foram depredadas. Praticamente todos alojamentos foram incendiados e um caixa de banco eletrônico foi saqueado. As obras da usina foram suspensas por tempo indeterminado pela empreiteira Camargo Corrêa.
sexta-feira, 18 de março de 2011
É preciso novos modelos para a Amazônia, dizem especialistas
Thais Iervolino
"O desafio da Amazônia é encontrar um modelo de desenvolvimento capaz de trazer benefícios para a população sem destruir a floresta", foi o que afirmou a geógrafa Bertha Becker, ao analisar a problemática da região amazônica. Sua fala aconteceu durante o lançamento do livro A Gestão da Amazônia - Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas, que ocorreu ontem (16), em São Paulo.
"O desafio da Amazônia é encontrar um modelo de desenvolvimento capaz de trazer benefícios para a população sem destruir a floresta", foi o que afirmou a geógrafa Bertha Becker, ao analisar a problemática da região amazônica. Sua fala aconteceu durante o lançamento do livro A Gestão da Amazônia - Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas, que ocorreu ontem (16), em São Paulo.
Brasil precisa priorizar hidrovias na Amazônia, diz CNI
Bruno Calixto
Para melhorar a infraestrutura de logística e transporte na Amazônia, o Brasil deveria priorizar obras nas hidrovias dos rios Tapajós, Paraguai, Madeira e Tocantins, de acordo com o estudo "Norte Competitivo", produzido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O estudo, apresentado nesta terça-feira (15) pelas federações de indústrias dos Estados da Amazônia Legal ao governo federal, procura identificar os gargalos no planejamento de infraestrutura e logística na região.
Para melhorar a infraestrutura de logística e transporte na Amazônia, o Brasil deveria priorizar obras nas hidrovias dos rios Tapajós, Paraguai, Madeira e Tocantins, de acordo com o estudo "Norte Competitivo", produzido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O estudo, apresentado nesta terça-feira (15) pelas federações de indústrias dos Estados da Amazônia Legal ao governo federal, procura identificar os gargalos no planejamento de infraestrutura e logística na região.
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